A história dos bastões de caminhada ou bengalas, como nós conhecemos hoje, começou quando os homens ocuparam a Terra.
No começo, varas, cajados, armas e bastões, eram usados da mesma forma. Mas, durante o curso da história, a bengala também se transformou em um símbolo de status para os homens. Basta você pensar nos cetros dos bispos, reis e imperadores, os quais simbolizavam o poder.

A partir do séc. XVII e XVIII, a bengala passou a ser um acessório de moda. Nenhum homem da cidade podia ficar sem uma.
Esses gloriosos trechos confirmam o alto status social dos seus proprietários.

Antes da bengala transformar-se em um item “fashion”, por volta do séc. XVIII, o bastão era levado junto com a espada, sendo tão importante quanto esta. Gradualmente, entretanto, nossa sociedade começou a substituir a espada pela bengala, como símbolo de cavalheirismo e status.
Um lado positivo, entretanto, é que a bengala pode ser tão útil quanto a espada, quando necessário!!

Acredito que esta seja a razão pela qual, em 1702, em Londres – Inglaterra, um cavalheiro tinha que ter licença para ter o privilégio de carregar consigo uma bengala, e cumprir certas regras, sob pena de perder seu privilégio. Acreditem ou não, isso era realmente uma regra policial. Era considerada uma extrema violação, carregar uma bengala como uma arma, ou seja, brandi-la no ar ou arrastá-la no chão ou apoiar-se nela enquanto parado…
Rapaz, se isso fosse hoje, não apenas ela seria afastada de mim, como ainda eu estaria na prisão!!!

Entretanto, assim como a bengala substituiu a espada como um acessório de vestimenta no séc XIX, o guarda chuva gradualmente substituiu a bengala, no começo do séc. XX. A bengala como acessório, agora só aparecia em ocasiões extremamente formais.
Mas, se nós todos pudéssemos ver a bengala , não apenas como uma proposta médica, estaríamos trazendo-a de volta como um acessório de moda importante para aqueles de nós que tem que viver com uma todos os dias!